O FAZENDEIRO E A MODELO.
Quando ao reluzir da alva, Nos primeiros raios da manhã calma, Ecoou ao longe da campina, O choro da pequena menina, Nascia naquele instante, Uma linda princesa de olhar reluzente, De olhinhos azuis quanto ao céu em pleno dia, O pequeno anjo ledo trouxe alegria. A mãe, filha abandonada de rico fazendeiro, Homem de coração ruim, por demais traiçoeiro, O nascimento daquela belíssima criança, Na humilde família trouxe esperança, O pai era um jovem da cidade, Passava o dia em labuta, de pouca idade, As lágrimas da mãe à molharam o chão, Lágrimas que nascem do âmago do coração. O tempo passou e a menina cresceu, Ela mudou-se da cidade onde nasceu, Agora morava na capital grandiosa, Mulher tão alta que era, divinamente majestosa, Tamanha beleza chamou atenção, Nos corações despertava paixão, Tão educada, com carinho a todos tratava, Em sua comunidade, todos a amava. Certo dia um rico senhor por nome Rabelo, Convidou a linda...