FACES ERRANTES.



O sol retornou em áureos tons, 
No horizonte de uma tarde calma, 
Nuvens dissipam no imenso azul celeste, 
E a brisa fresca, 
Aninhou na copa das árvores. 

A monotonia seque seu curso, 
Faces pálidas e errantes, 
Caminhando por caminhos tristes, 
Meninos alegres e suas pipas coloridas, 
A voarem livres neste céu de almas presas.

Pássaros cantam no telhado ao lado, 
Melodiando ao prazer do vento, 
Poetizando a sonoridade do amor. 

Este poeta a tudo observa, 
Contemplativo de sua cadeira, 
Admirando em silêncio, 
A beleza que vai passando ao longe. 

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